poesia

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8 de janeiro de 2015

A importância dos Anos, fracções do Tempo!










São marcadores da vida e dilectas fracções do Tempo.
Por guardarem narrativas, as que mais nós recordamos,
os lançamos p'rá ribalta, por via centros de evento,
dando ao mundo a conhecer, os ais que nós carregamos.

E quando o Tempo se esgota, já fracções não comportar,
outros eventos criamos, os chamados dos "Já idos",
e os cantamos e elevamos ao supremo patamar,
patamar dos que jamais serão por nós esquecidos.

São assim e sempre serão, as fracções chamadas Anos.
Sejam  quais forem os modus vivendi que elas libertam,
as honrarias e centros de eventos não lhes negamos.

8 comentários:

  1. Ai Zé! Você tem um jeito tão bom de definir aquilo que eu nem conseguiria expressar... Espero que eu não leve anos para recuperar minha vontade de voltar a escrever...
    Muitos beijos

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  2. Anos, desenganos, mas gostamos
    De os festejar com a família e amigos
    Que são o esteio e os abrigos
    Da vida que cada dia levamos.

    Bonita forma de arrumar as palavras
    Que dizem muito daquilo que sentimos
    Com o passar dos anos bem vividos
    Numa vida de experiências lavradas.

    É assim que os poetas nos encantam
    Com a sua forma simples de dizer
    Coisas importantes que devemos saber,

    Não tendo talento para melhor fazer
    É desta forma atabalhoada damos
    Os parabéns a quem tão bem sabe dizer.

    ZÉ Rainho

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  3. Só me ocorre no tempo dizer,
    mesmo não sendo de bom-tom,
    que é preciso primeiro morrer,
    para ser reconhecido como bom.
    Luísa Pacheco

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  4. Com o andar dos anos, vão desfilando as etapas da nossa vida:a infância, a juventude e idade dos amores, a chegada dos filhos e dos netos e as lembranças dos "já idos", mas que ainda moram nas nossas almas e serão sempre inesquecidos. Abraços para o meu grande amigo poeta!!

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  5. O passado nunca volta podes crer
    O futuro não tem dono
    Toda a flor por mais bonita ade morrer
    Quando chega o seu outono
    Temos hoje pra viver toda uma vida....

    Zé Loureiro o seu poema é muito bom, veio-me à memória este poema cantado pelo Toni de Matos à muitos anos, bjs e obrigada pela partilha.

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  6. Não sei o que fiz, mas o tempo encarregou-se de não deixar ficar o meu comentário.

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  7. O Tempo, pode ser segundos, minutos, horas.
    O tempo pode ser definido em anos, milhares de segundos em partículas de segundos.
    Para mim é um Tempo que defino. O Tempo não pára.
    O Tempo é uma ilusão.
    Vou contar ao tempo umas tantas coisas.
    Vou dizer ao Tempo, que sei que me há-de apanhar.
    Vou dizer ao Tempo que não me vai enganar.
    Vou aproveitar e dizer-lhe e bem alto, que me sinto bem.
    Vou contar ao Tempo que num grande Tempo todos podem gritar e podem fazer soar aquilo que quiserem.
    Mas sim vou dizer ao Tempo, que não me trouxe só amarguras.
    Vou dizer-lhe que se alguma vez me trocaram, então não foi Tempo.
    Foi perder.
    Agradeço ao tempo algumas decepções.
    Agradeço ao Tempo os passos sem conta em que sou feliz com os meus, e que sou feliz porque há tempo que os meus amigos e os chegados me dão.
    Afinal o Tempo existe porque dele faço consciência.
    O Tempo é uma ilusão.
    Mas num sentido concreto ele existe, porque há Obrigações.
    Mas agradeço ao Tempo e enalteço o Tempo porque neste instante me deu Tempo, porque consegui tempo para gritar e escrever o que ao Tempo não tenho feito.
    O Tempo pára nas recordações, nas boas.
    O Tempo leva o que não presta.
    Obrigada Tempo porque existes para eu te dizer que tenho tempo para falara de ti.
    MJCarvalho




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