poesia

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7 de dezembro de 2014

Lavas da paixão!












E sempre que suas bocas se encontravam,
os prazeres delas vertidos, lhes bebiam
e as chamas da paixão que se libertavam,
os seus belos corpos inflamados, fundiam.

Ele fogoso, suas lavas derramava,
ela amorosa, sua vulva lhes abria
e com desvelo no seu seio as moldava,
outra paixão, futuras lavas concebia.

E quando as lavas já secas não derramavam,
suas bocas continuavam a encontrar-se,
outros aprazíveis momentos libertavam,
não deixavam que a chama do amor se apagasse.

4 comentários:

  1. lindo, maravilhoso, meu poeta, fazes-me lembrar a poesia do Bocage, qq dia passas a ser o Bocage de Almada.
    gloria

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  2. Belo quando tudo muda mas o amor continua...

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  3. Maravilhoso poema que tão bem descreve o amor paixão e que com o passar do tempo se sublima em amor amizade!!

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