poesia

29 de abril de 2016
Memórias!
A vida ao por mim passar,
do meu tempo se alimenta,
deixa meu espaço a minguar,
o espaço que me sustenta.
Mas como contrapartida,
nele memórias me lega,
as que me adoçam a vida,
e que minha alma sossega.
Memórias de desconforto,
também são um seu legado,
para que eu aquando morto,
o seja sem tal pecado.
14 de abril de 2016
Amargo amor!
Ele:
Meu amor, amargo amor,
deixa o teu travo apagar,
deixa que altere teu sabor,
para assim poder-te amar.
Permite que possa barrar-te,
com o mais puro dos doces,
p'ra loucamente tomar-te,
como um sacro manjar fosses
Ela:
Meu amor, meu mui amado,
no teu barrar eu me entrego,
ousa alterar o meu estado,
o amargo amor que carrego.
Foi assim...
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